segunda-feira, 15 de maio de 2017

Podridão à míngua

Não tenho a menor vontade
De encontrar ninguém,
Ver ninguém

As pessoas são aquela gosma entranhada no ralo
Do chuveiro

Se fossem, pelo menos, a mosca na teia,
Dariam um sentido às vidas inúteis que levam
Uma pessoa é o inferno da outra
Eu sou o seu inferno, baby,

Mas queria, sinceramente,
Que você fosse a mosca


segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Conselhos do sábio A. du Rochecaud (fictício) ao Príncipe

Fim dos casuísmos em economia. Ortodoxia é o melhor caminho.

O governante deve sempre procurar uma ambiência econômica estável.

A queda na arrecadação deve corresponder  a limitações nas despesas discricionárias. Deve haver aí uma obrigatoriedade.

Há que se ter o controle rigoroso da dívida pública bruta, para que ela jamais ultrapasse 60% do PIB.

Gaste bem o pouco que se tem.




Conselhos do sábio A. du Rochecaud (fictício) ao Príncipe sobre Questões de Economia


O pior governante é aquele que traz o mal a seu país, ao desrespeitar a responsabilidade fiscal

O governante deve equilibrar receitas e despesas reais. Não inventar receitas que não tenha, nem ser perdulário com o dinheiro público.



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